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AABB Cuiabá sedia evento internacional sobre carnes exóticas

 

Trata-se do Curso Prático de Fogo de Chão, Carnes  Exóticos & Pescados, com os chefs Chico Parrillero (da Argentina) e Helvécio Maciel (do Brasil). Dentre as carnes exóticas mais conhecidas e consumidas no Brasil estão a de coelho, pato, avestruz, javali, búfalo, jacaré, paca e rã. 

 

Todas elas são, inclusive servidas em vários restaurantes, alguns deles realizam festivais especiais e outros tem pratos com carnes exóticas no cardápio. O workshop inclui técnicas de preparo de carne de avestruz, jacaré, coelho, pato, javali, rã, salmão e outras iguarias.

 

Helvécio Maciel

 

Prazer. Este é o sentimento que a gastronomia proporciona às pessoas. E é justamente ele, o gosto por comer e servir, que leva milhares de homens e mulheres no mundo todo às cozinhas. No entanto, o que para muitos não passa de um hobby aos finais de semana, para outros o assunto é sério. Ao menos é para o Chef Helvécio Maciel gastrônomo especialista em carnes vermelhas, exóticas e pescados, há 30 anos. 
 
Seu aprendizado sobre o mundo das “carnes” teve início aos 16 anos quando ficou à frente do frigorífico da família. Desde então sua busca por conhecimentos e técnicas que envolve esse mundo, veio aumentando. 

 

Em sua busca pela Culinária Regional, passou 4 anos viajando o Brasil.  Entre os lugares visitados, estão: Ilha de Marajó-PA, Sertão do Nordeste, Grande Sertão Veredas – MG (região de Urucuia), Comunidade Quilombola dos Calungas e Fazenda Mesquita. 

 

Conheceu de perto a ‘cozinha’ dos povos indígenas, na Amazônia e no Alto do Xingu, onde se apaixonou pelas técnicas de preparo de carnes exóticas. 


Com todo esse conhecimento adquirido no decorrer desses anos, aprendeu a misturar várias técnicas, com combinações inusitadas de ingredientes e temperos, fazendo sua própria releitura de uma cozinha contemporânea que valoriza a gastronomia brasileira.  

 

 Adepto também a culinária “Comfort Food”, que lembra aconchego, aquele cheirinho especial vindo da cozinha que invade os outros cômodos da casa e acabam ficando para sempre na memória da gente. Esse tipo de comida, que mexe com as memórias e traz a sensação de bem-estar, de ser cuidado, está totalmente ligada à infância e ganha cada vez mais adeptos no mundo. O que conduz a culinária comfort é a simplicidade.

 

Desde 2017, vem participando de vários eventos de Churrasco ou BBQ, pelo Brasil, como Chef Assador. 

 

Hoje, encontra-se em parceria com grandes criadouros e frigoríficos, divulgando e apresentando as carnes exóticas do Brasil.  Idealizador da Expedição Gastronômica no Pantanal MS - FOOD EXPERIENCE e do Mesa para 100 (Uma Experiência Multissensorial pelos 4 cantos do Brasil).

 

Chico Parrillero

 

“O que eu sinto na gastronomia é o mais puro sentimento de amar e contemplar o mundo onde vivemos. Onde conseguimos criar através da arte de cozinhar e assim provocar que nosso paladar seja uma extensão da nossa inteligência”, diz Francisco Coria, o "Chico Parrillero", que é nascido na Argentina, filho de pecuarista e mora no Brasil faz oito anos.  
 
Sua história com a gastronomia começa desde cedo junto de sua família, onde logo aos 18 anos decide se profissionalizar estudando gastronomia na Argentina. Ao chegar no brasil, logo em seus primeiros contatos, se apaixona pela diversidade gastronômica e principalmente pelas pessoas que moram no estado de Mato Grosso. 

 

Na incansável busca por conhecimento, Chico Parrillero buscou especialização em cozinha brasileira se formou Cozinheiro pelo SENAC. Atualmente, cursa pós-graduação em Cozinha Autoral pela PUC-RS. Além das formações em gastronomia, Chico também é graduado em administração de empresas. Em 2015, sente que é hora de empreender e monta em Cuiabá um restaurante focado na cultura do asado e receitas argentinas, criando um mix com os ingredientes da gastronomia brasileira. 

 

Seu trabalho passa a ter destaque e no ano de 2016 os convites para ser Chef Assador em festivais de churrasco por todo Brasil começam a surgir. No ano de 2017, o argentino de “pura cepa” sente a necessidade de compartilhar conhecimentos e empreende mais uma vez criando sua própria marca: a Gran Parrillero Argentino. Por meio dela, Chico inicia sua jornada mostrando seu amor e respeito pela gastronomia, ministrando cursos presenciais onde ensina técnicas de asado e também receitas argentinas, sendo responsável pela formação de mais de 400 alunos até a data atual. 

 

 Carnes exóticas e silvestres 
 
A culinária brasileira é bastante diversificada e oferece pratos que refletem o meio ambiente e a cultura das regiões de onde se originam, absorvendo influências dos inúmeros imigrantes estabelecidos no Brasil.  A busca pela culinária saudável, rica em proteínas e em baixos índices de gordura fez crescer no Brasil nos últimos anos o consumo de carnes consideradas exóticas ou silvestres. 

O que era considerado uma iguaria para as classes A e B, hoje já reflete no consumo popular. As carnes exóticas são aquelas provenientes de animais que tradicionalmente não consumimos, entretanto atualmente são cada vez mais utilizadas. Conforme cresce o número de gourmands e gourmets no Brasil, cresce, também, o consumo das carnes silvestres e exóticas.  
 
São chamados animais silvestres aqueles que são típicos da fauna brasileira, e de exóticos aqueles pertencentes à fauna de outros países. 
 
Uma vez superado o preconceito inicial, comer as chamadas "carnes exóticas" e "carnes silvestres" pode se tornar um prazer refinado e um presente ao paladar, sendo, muitas vezes, mais saudável do que alimentar-se das carnes mais tradicionais em nossa culinária, já que têm níveis de colesterol e gordura reduzido. 

 

São diversas as carnes silvestres e exóticas oferecidas nos restaurantes e também disponíveis no mercado para serem feitas em casa. Vale a pena conhecê-las e arriscar-se a degustá-las.  

 

Desde 3 de janeiro de 1967, através da Lei 5197, a caça de animais silvestres está proibida no Brasil e, a partir de 1998, a Lei de Crimes Ambientais ou Lei da Natureza (Lei nº 9.605/98) proibiu o comércio destes animais e seus subprodutos caso não sejam provenientes de criadouros licenciados por autoridade competente.

 

Sendo o IBAMA (O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) o responsável pela fiscalização e também como forma de reduzir a caça ilegal, determina as condições de criação para que a espécie não entre em extinção.

 

Portanto, as carnes silvestres disponíveis no mercado, devem ter sido criadas em cativeiro em criadouros autorizados, o que, além de preservar o abate indiscriminado dos animais na natureza, assegura a qualidade da carne comercializada já que há controle do fornecimento de alimentação balanceada e do período correto de abate do animal. 

 

De  acordo com a Lei, “são consideradas espécimes da fauna silvestre todos aqueles pertencentes às espécies nativas, migratórias e quaisquer outras, aquáticas ou terrestres, que tenham todo ou parte de seu ciclo de vida ocorrendo dentro dos limites do território brasileiro, ou em águas jurisdicionais brasileiras”. 

 

O valor do curso é R$ 250,00. Se você perdeu este evento fique ligado para as próximas oportunidades. O investimento vale a pena: os caras começam a ensinar até mesmo a técnica para acender o fogo da churrasqueira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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